
Era como o entardecer de um verão; subjetivo, doce e irreverente. Imperceptível e incerto cada passo, mas seus olhos se cambaleia na imensidão do infinito azul. Um, dois, mil. Não o sei, pensamentos sempre confusos, e que giram sempre em círculo. Transporta-se para o distante do ontem, e entre na neblina que tenta ofuscar recordações. Mas ainda sentir a existência de essências perdidas. Não sei...
O desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. Olhos que se abrem todos os dias, mas que se sentem solitários e frágeis. Tropeçou diversas vezes em objetos variados, esqueceu alguma coisa muito importante e sentiu falta de alguém pra esquentar suas mãos..
"Tropeçou diversas vezes em objetos variados, esqueceu alguma coisa muito importante e sentiu falta de alguém pra esquentar suas mãos.."
ResponderExcluirIsso me descreve.