terça-feira, 18 de março de 2014

Homem: Uma ameaça a ele mesmo





Milhares de tribos e povos passaram, viveram e conviveram há milênios nessa terra sem a necessidade de destruí-la.

Ainda que de maneira pouco desenvolvida, eles se organizavam em tribos de caçadores, coletores e agricultores.  Nunca matavam além do que poderiam comer. Aproveitavam as peles desse mesmo animal, para as estações e dias frios. Jamais faziam como método de tortura, ou pensando no bem lucrativo. Nunca aravam a terra mais do que precisavam. Lutavam, mas não exterminavam. 



Eles se identificavam e respeitavam a natureza de tal forma que não precisavam desmatar, matar ou causar maiores estragos. Valorizam e celebravam a vida com manifestações de amor e cuidado com os animais e a Mãe Natureza.  

Nós mudamos, acabamos com tudo isso!
Hoje, chamados de seres evoluídos, fazemos tudo isso ao contrário. Matamos mais do que podemos comer. Matamos também por tortura e sem arrependimentos, para também maximizar nossos lucros. Temos mais do que podemos cuidar, onde sempre queremos mais e mais, e quem não tem, por mais que se tente só ajuda a enriquecer quem está acima.


Movidos pelo Capitalismo, escravos do consumismo, somos uma ameaça a nós mesmos! Ameaçamos a nossa própria sobrevivência e as biodiversidades da Terra que nada mais contribuem para o nosso viver. Hoje com grande parte do ecossistema extinto, sentimos as consequências causadas por nossas próprias mãos. Homem... Quanto mais civilizado, mais cruel!

"Só quando a última árvore for derrubada, o último peixe for morto e o último rio for poluído é que o homem perceberá que não pode comer dinheiro."
 — Provérbio Indígena 

Nenhum comentário:

Postar um comentário